Você que me comove simplesmente pela existência do seu ser Diante de ti aprecio cada instante Mas distante fora ale. Ora a moradia que habito Chora mesquinha por desejar tua carne e ainda a benção de sermos um no outro Vivo eu realidade inexistente? Oh, céu testemunho dos nossos passos. Raios trovoes, ventanias respondam! Terei ele novamente? Jamais1?1 Perco me dentro do amor, pois desconheço sua loucura. A despedida me afasta da razão Esmigalha minhas forcas Despedaça ate mesmo a companhia da solidão Vago ar, na cronologia. Desprendido do mundo Em estado de anestesia Sem orgulho me arrasto a tua procura desincorporado meu respeito te persigo Simultaneamente fujo da sua origem, cuja personalidade me prende com garras por fazer parte de minha própria formação. Inconseqüentemente surge o impulso Soluço palavras contrarias aos meus sentidos Escancaro meu penúltimo fantasma O espaço sede ,sinto me confinado Dentro da cúpula silenciosa e egoísta do ciúme Como te prender em liberdade? Tua euforia fora de nos Diretamente rasgou me Fincando em mim tuas menores atitudes que simbolizam contexto de um fim que não creio ter sido concretizado. Tórridas muralhas do coração Me fazem saudosista Sangram por dentro a seiva da dor Palavras, pactos juras. Se fazem em outra realidade? Meus castelos e abismos Sustentam o céu e o inferno Imersos na esperança Embriago me, choro em vão? Proclamo a falsa morte do romantismo Ao chorar as lagrimas sinceras da alma.
20:24 - 11/02/2006
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